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Banquinhos para todas as tribos e decorações

  • 20 de maio de 2015
  • 12h05

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Naturais da cultura indígena, os banquinhos são um verdadeiro curinga na decoração. Além de exercer várias funções, eles quebram com a formalidade de qualquer ambiente. O banco pode, inclusive, se adequar à realidade do espaço e ser, ora mais refinado, ora mais simples.

“De fato, os bancos são bastante democráticos. Além de exercer a função de assento, é muito comum ver as pessoas os utilizando como mesa, descanso de pé e até mesmo de escada. Por isso, esse móvel é especificado para os mais diversos ambientes”, destaca a arquiteta Estela Netto.

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A designer de interiores e artista plástica Analu Guimarães, do escritório Na Lupa Design, também é adepta aos banquinhos. Ela conta que os bancos têm aparecido com frequência na decoração, nas mais diferentes configurações. “Alguns são também chamados de ‘city garden’ ou apenas ‘garden’ quando são de cerâmica ou metal, com design, geralmente, de influência oriental”, acrescenta.

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Analu reforça um dos papéis primordiais desse móvel no espaço: “O que importa é que os bancos são peças lindas, utilizadas para dar mais movimento a uma composição abaixo de mesas laterais ou simplesmente para compor o lugar geralmente reservado para pufes”.

Para Maria Cristina Bahia, sócia-proprietária da loja Villa Maria, especializada em soluções para dormitórios, os bancos podem até se tornar protagonistas no espaço. “Os banquinhos vêm para dar um toque de charme ao ambiente. Acho bem interessante ter ousadia na mistura de elementos, estilos e cores para que esse móvel possa ser realçado no todo do décor”, pondera a profissional.

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Estela Netto, a arquiteta, lembra de um papel muito importante que os bancos exercem. “Os bancos são originários da cultura indígena. Eles incorporavam todo simbolismo da tribo onde haviam sido forjados. Por isso, mesmo que haja bancos mais requintados e chiques, esse móvel preserva essa cultura e mantêm o cruzamento do processo industrial e artesanal”, constata a arquiteta.