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Como fazer piscina com borda infinita

  • 13 de fevereiro de 2013
  • 20h02

Além de mergulhar, tomar sol e relaxar no spa, admirar o horizonte figura entre os programas possíveis em torno desta piscina em Bragança Paulista, SP. “Há um declive acentuado no limite do terreno. Desde a primeira conversa os clientes mostraram que tirar proveito dele seria o melhor caminho”, diz a arquiteta Gilda Meirelles, autora do projeto, executado pela CPA Engenharia.

1.
O desejo de tirar partido da vista tornou esse recurso bastante popular. Ele exige cuidados, como a existência de um sistema para o retorno da água que transborda – ao cair na calha, ela é recolhida por um cano, direcionada a um reservatório, filtrada e impulsionada de volta ao tanque com uma bomba. Mas dá para obter o mesmo efeito de modo mais simples, como fez Gilda Meirelles: ela desenhou a chamada “falsa borda infinita”, na qual não há motor de retorno. Conheça em detalhe as duas alternativas.

2.
Versão simplificada A água transborda apenas se houver movimentação na superfície. Ao escorrer, desemboca numa calha de 50 cm de profundidade, preenchida com pedriscos.
“Consegue-se o mesmo visual da versão tradicional, porém com execução simplificada e mais em conta”, ensina Gilda. Quando o nível da água baixa, basta encher o tanque novamente, como se faz numa piscina comum.

3.
Versão tradicional. Aqui, um motor faz com que a água transborde e volte à piscina continuamente. Adotar esse sistema pode encarecer a obra em cerca de 10%, valor gasto com tubulações e bomba extras, além da construção do reservatório (este, porém, é dispensável).

Fonte: Casa.com.br