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Top 15 – Varandas

  • 25 de agosto de 2014
  • 14h08

Vasos da Boudart e da L’Oeil se harmonizam com o piso coberto de seixos e o deque (Flora Arte). A dupla de bambus (Markar), à direita na foto, serve de escultura e floreira. Ao fundo, almofadas do Projeto Mãos e Mentes e, na outra página, lamparinas da L’Oeil.

O espaço amplo, de 100 m², é resultado da junção de duas varandas. Ele pertence a um casal de origem italiana que decidiu morar em apartamentos separados, lado a lado no mesmo andar, e compartilhar esta área de convivência. “Até se mudarem para o prédio, eles viviam numa casa cheia de plantas e desejavam continuar cercados de verde”, conta o paisagista Leo Laniado. A sensação de jardim veio com as várias espécies em vaso, algumas altas e volumosas, que preenchem o local de forma harmoniosa. “Retiramos a parede de gesso que separava os ambientes. Nas laterais, as treliças de madeira dão privacidade e servem de suporte para trepadeiras”, diz a designer de interiores Rosa May Sampaio, autora da decoração.

O espaço amplo, de 100 m², é resultado da junção de duas varandas. Ele pertence a um casal de origem italiana que decidiu morar em apartamentos separados, lado a lado no mesmo andar, e compartilhar esta área de convivência. “Até se mudarem para o prédio, eles viviam numa casa cheia de plantas e desejavam continuar cercados de verde”, conta o paisagista Leo Laniado. A sensação de jardim veio com as várias espécies em vaso, algumas altas e volumosas, que preenchem o local de forma harmoniosa. “Retiramos a parede de gesso que separava os ambientes. Nas laterais, as treliças de madeira dão privacidade e servem de suporte para trepadeiras”, diz a designer de interiores Rosa May Sampaio, autora da decoração.

A sensação de jardim veio com as várias espécies em vaso, algumas altas e volumosas, que preenchem o local de forma harmoniosa.

O projeto da decoradora Lidia Damy Sita incluiu sala de estar, canto de leitura, área de refeição e bar. Já a conquista do verde foi obra da paisagista Caterina Poli. “Escolhi espécies tropicais e que resistem bem ao ambiente fechado e de sombra”, explica. As plantas trouxeram um bônus: a dose de despojamento que a moradora esperava.

No espaço de medidas enxutas, Juliana conseguiu organizar as orquídeas que a proprietária já tinha numa treliça de madeira instalada junto à parede e dispôs os vasos de frutíferas nas laterais do banco. Ali, a jabuticabeira e a miniromã recebem insolação intensa durante toda a manhã. O painel de ripas de cumaru resolveu várias questões desta varanda: ele ajuda a esconder parte da vista do prédio vizinho e serve de apoio para os vasos de orquídeas que a moradora coleciona. Agora, eles ficam suspensos por suportes metálicos encaixados entre as réguas. Ripas mais largas deram forma à caixa que esconde o maquinário do aparelho de ar condicionado. Os vasos mais altos comportam dois pacovás e a jabuticabeira. Ocultando a terrada frutífera, a forração lisimáquia cobre a superfície com lindas florezinhas amarelas.

O espaço de 15 m² e a vista panorâmica para a cidade de São Paulo eram motivo de sobra para a família querer passar as horas de folga nesta varanda. Tornar esses momentos ainda mais prazerosos foi uma causa que o paisagista Marcelo Bellotto abraçou com prazer. “Busquei criar um ambiente de fruição, com muito verde e uma atmosfera acolhedora. É uma extensão do estar com um toque zen”, explica. Esse quê oriental surgiu com o tablado coberto por um futon e a madeira aplicada nas paredes. O uso de vasos de tamanhos variados também tem um motivo: “O formato é importante, pois influencia no desenvolvimento de cada espécie. Além disso, os diversos volumes produzem uma composição interessante”, ensina. As folhas redondas brilhantes e os ramos fortes chamam a atenção nesta planta litorânea. Ela adora sol e resiste à falta de água, mas o ideal é regá-la três vezes por semana. No solo, chega a 3 m de altura.

Assinado pela paisagista Viviane Menescal, o terraço em frente à lagoa Rodrigo de Freitas reúne diferentes texturas de verde. “Há toques de cor nos antúrios vermelhos e nas ixoras e lantanas amarelas”, diz Viviane. Pufe da Tidelli, almofadas do Studio Grabowsky e painel de azulejos da Muda.

A equação tinha muitas variáveis: o espaço deveria exibir folhagens diversas, além de fores que comparecessem o ano inteiro. “Eu queria um colorido na varanda”, diz a moradora. Era ali, também, que as crianças brincariam e o casal receberia os amigos. Tudo isso em uma área estreita e comprida, de 1,10 x 9,92 m. A designer de interiores Maristela Gorayeb sugeriu usar plantas pendentes, deixando a circulação livre. Trocou as correntes dos vasos por cordas de fbra natural e mesclou os tons de verde e a textura das folhagens. A banheira antiga foi outra boa ideia: as crianças brincam nela e, quando há uma festa, fca cheia de gelo para as bebidas.

Da sua ensolarada varanda com pé-direito triplo, a arquiteta Angela Martins, do Studio ML2, vê o mundo do alto: seu apartamento ocupa o 27º andar de um edifício paulistano. A maioria das plantas do local segue o figurino adequado: elas têm folhas rígidas e graúdas para melhor suportar o vento constante. Isso não quer dizer que fores delicadas, como a minigardênia, não possam fazer companhia.

Adotar uma coifa é uma medida fundamental para evitar que o vapor e o cheiro da comida invadam o apartamento. Este modelo da Pulsar se adaptou ao duto da churrasqueira, substituída na reforma por um cooktop.

O fechamento da varanda com vidro resguarda a decoração da chuva e do vento. Neste projeto, a opção foram painéis basculantes com uma película de proteção solar, pois o condomínio não permite a colocação de persianas.

Foi em um prédio dos anos 1950 que Naoki Otake encontrou o seu ideal de arquitetura – e também de paisagismo. Bastante iluminado, requisito que o arquiteto considera fundamental, o apartamento conta ainda com uma jardineira, que se estende por 6 m de janelas contínuas. “Na época da construção, o desenho marcante da fachada era uma característica comum dos edifícios”, conta Naoki, explicando o motivo da proliferação dessas foreiras externas. A experiência de cinco anos vividos no Japão é a responsável pela marca oriental que ele imprimiu à sua jardineira, na qual se destacam bambus-mossôs e bonsais, além de bem aparados buxinhos. Três bonsais são emoldurados em bambus-mossôs, espécie que precisa de muita água.

Um muro alto interrompia a vista para uma parte arborizada da Vila Madalena, em São Paulo. Até que um casal de publicitários comprasse a casa e a arquiteta Lays Sanches transformasse a área, então usada como lavanderia, em espaço de convívio. Os muros laterais foram elevados, e a parte frontal, fechada por vidro temperado e dormentes de demolição. Ao lado do ofurô (Kan Tui), floresce a primavera. Futons da Futon Company. Cadeiras da Tidelli se arranjam em volta de um carretel de madeira. Louças do Coletivo Amor de Madre e da Benedixt e toalha de mesa da JRJ.

Com o mar da baía de Todos os Santos à frente, a varanda de 27 m2 abre-se à contemplação. Ganhou o mesmo piso de mármore – perfect white – da sala e acompanhou os tons sóbrios e elegantes dos ambientes internos. Porém mantém o clima de varanda por não ser fechada, mas apenas protegida pelos toldos de tela solar (Luxaflex), abertos nos momentos ensolarados.

Fonte: Casa Abril